Julio FurlanetoJulio Furlaneto

Autoconhecimento · 2 min

Pare de desperdiçar vida

Pequenas escolhas diárias que protegem suas possibilidades

Julio Jansen Iglesias FurlanetoJulio Jansen Iglesias FurlanetoPsicólogo Clínico · CRP 05550-0
Imagem de capa sobre pare de desperdicar vida e psicoterapia online com Julio Furlaneto

Pequenas escolhas diárias que protegem suas possibilidades

Quem não souber economizar e concentrar-se no essencial perde-se no desperdício e no esbanjamento.

“As pessoas que nunca têm tempo para nada são as que menos realizam.”

— Georg Christoph Lichtenberg

“Quem deixa que o tempo lhe escape das mãos deixa a vida escapar-lhe das mãos.”

— Victor Hugo

Quem não sabe usar bem o seu tempo geralmente não é confiável, não é pontual, é inquieto e agitado, vive sob pressão interna e com “peso na consciência”. Está sempre repetindo que não tem tempo, mas, se o observarmos de perto, veremos que não sai do lugar.

O bom uso do tempo supõe uma ordem de valores. É necessário que tenhamos consciência do grande para quê de cada momento da vida, do que tem importância moderada, média, pequena e mínima.

Para que vivemos?

O que vem em primeiro lugar?

Em segundo lugar?

O que é realmente importante?

O que se perde irrecuperavelmente se não for feito em determinado tempo?

A frase de Goethe — “Em comparação com a capacidade de ordenar o trabalho de um único dia, todo o resto é brincadeira de criança” — certamente poderia ser ampliada para uma semana, um mês, a vida inteira.

Quem não toma o tempo necessário para executar ordenadamente suas tarefas muitas vezes causa prejuízo e caos.

Quem esbanja dinheiro também desperdiça seus recursos físicos e espirituais. Alimenta-se mal e de forma irregular, não segue um ritmo saudável de sono e deixa que seus planos se frustrem. Joga fora as suas boas possibilidades, pois as possibilidades (da mesma forma que o dinheiro) em si mesmas são ineficazes e só se tornam eficazes pela sua realização. Necessitam de alguém que as torne realidade. Nossa possibilidade de prejudicar alguém não mata ninguém. Nossa possibilidade de fazer companhia a alguém não tira ninguém da solidão. Somente as possibilidades de sentido aproveitadas e levadas à prática no tempo certo realizam o sentido.

Se eu souber reconhecer, no fundo do meu coração, o grande para quê do meu tempo, das minhas posses e das minhas forças físicas e intelectuais hoje, posso dispensar os pequenos valores e poupar em favor do que necessito para esse grande para quê.

Abraço, Julio Furlaneto

Como a terapia online pode ajudar

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